terça-feira, 31 de outubro de 2017

Boa tarde, amigos da Academia Mourãoense de Filosofia.

Retomo hoje as atividades deste Blog e solicito aos companheiros que enviem matérias para postagem e atualização.

Grande abraço a todos.

Dirce

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

" Juntando os cacos" no Curso de Humanidades, pós-graduação em Valores Fundantes da Civilização Ocidental, concentração em Filosofia.


Em julho de 1989 me inscrevi para aquele que seria o melhor e mais importante  curso de minha vida: Valores Fundantes da Civilização Ocidental, pós graduação com concentração em Filosofia oferecido pelo Instituto de Humanidades, vinculado, naquela ocasião, à Universidade de Londrina. Talvez tenha sido o curso mais importante da minha vida por ter chegado no momento exato em que eu precisava dele, embora eu ainda não soubesse disso. Eu já fizera inúmeros cursos básicos de Filosofia e, como gosto de ler, já lera uma imensidade de obras da área, portanto, não se podia dizer que eu fosse exatamente leiga no assunto. Mas meu conhecimento em História era o conhecimento básico dado  pela escola primária e ensino médio da década de 1960, ou seja, muito pouco. Além do mais tratava-se de um conhecimento esparso, de situações pontuais, da história heroica, aquela dos homens sábios, das figuras valorosas, pessoas que chegavam para fazer a diferença, conforme nos diziam nossos mestres. De Política então entendia muito pouco ou nada mesmo. Embora fosse uma área de meu interesse meu conhecimento era superficial e inócuo. De Religião eu já conhecia um pouco mais, pois a Bíblia fora meu primeiro livro de leitura e de cabeceira, assim como de Moral e de Ética. Também já dera alguns passos na Metodologia da Pesquisa Científica durante a graduação. Mas me faltava muito, faltava alguma coisa que me ajudasse a juntar os cacos de todos aqueles segmentos de conhecimentos numa unidade. Algo que me mostrasse " que o todo é maior que a simples soma das partes que o constituem". 

O Curso de Humanidades era composto pelos seguintes conteúdos: História da Cultura, História da Política, História da Religião, História da Filosofia, História da Moral,  Ética e Metodologia da Pesquisa Científica. Nossa primeira aula, uma visão geral do curso, foi oferecida em julho de 1989 e ministrada pelo ilustríssimo professor Dr. Ricardo Velez Rodrigues. Eu não conseguia sequer piscar para não perder as belíssimas amarrações que ele estabelecia entre todos os conteúdos das disciplinas do Curso: História, Filosofia, Cultura, Política, Religião, Moral, Ética e Metodologia da Pesquisa Científica. Naquele sábado inicial o professor Ricardo falou por oito longas horas, que me pareceram minutos, num delicioso passeio da Grécia primitiva aos nossos dias, relacionando história das sociedades e das culturas, política,religião,filosofia, moral,ética e pesquisa como eu nunca ouvira antes. Sem ter em mãos um papel que fosse ele ia traçando, no quadro negro, cada tema e seus relacionamentos, tornando-os numa totalidade que concretizava a concepção  " valores fundantes". 

E os sábados se sucederam com o Professor Doutor Leonardo Prota, Professor Doutor Antonio Paim, Professor Doutor Antonio Frederico Zancanaro e os nossos já queridos mestres, Agenor Krul e Assabido Rhoden, plenos da delícia da aprendizagem. Em pouco tempo descobri que os temas não eram novos, eu já os conhecia, ou pelo menos conhecia segmentos deles. O que acontecia agora é que eles se relacionavam, tomavam consistência e novas formas. E eu aprendia a estudar! Já não era possível estudar a Grécia Clássica sem um mapa, um dicionário de Filosofia e muitos livros de História em mãos, e assim, sucessivamente, todos os conteúdos do curso foram exigindo muitas leituras, a consulta a muitos mapas, o relacionamento entre diversos filósofos para compreender-lhes as diferenças e semelhanças de concepções. E o todo se compunha, num processo de reorganização do já visto com o novo que eu via pela primeira vez. E finalmente, como se a luz se fizesse pela primeira vez, eu vi e compreendi o todo e aprendi a estudar.                                                                                                                                                                                              Dirce Bortotti Salvadori

sexta-feira, 18 de março de 2011

INSTITUTO DE HUMANIDADES

Apresentação :

"O Instituto de Humanidades foi criado em 1986. Seu principal objetivo é despertar, nos círculos acadêmicos, o interesse pela cultura geral. O Curso de Humanidades tornou-se a principal criação do Instituto de Humanidades. Muitas universidades adotaram segmentos isolados, já que se achava subdividido em cinco disciplinas (Cultura Ocidental; Política, Moral, Religião e Filosofia). Contudo, a principal forma de sua difusão veio a ser a modalidade à distância".

Além do Curso de Humanidades, o instituto oferece outros cursos autônomos.  Importante destacar que o material didático-pedagógico utilizado tanto no Curso de Humanidades, quanto nos cursos autônomos estão no site  para download.

Também estão no site, para download, dentre outras,  as obras dos reconhecidos filósofos Antonio Paim, Ricardo Velez Rodrigues e  Leonardo Prota. 






sábado, 19 de fevereiro de 2011

Hoje tivemos mais uma reunião da Academia Mourãoense de Filosofia, com a presença e cinco membros efetivos e mais um convidado, o Professor Matheus Mamede,recentemente radicado em Campo Mourão, vindo de uma cidade do Estado de São Paulo. A reunião tratou dos assuntos gerais da Academia, entre eles, da organização dos trabalhos para o ano de 2011. O Presidente José Mateus Bido fez a apresentação da Revista Arché Sophias, em seu primeiro número indexado (ISBN). Composta por dez artigos, resultantes de pesquisas dos membros da Academia, com capa e diagramação de Rodrigo Seccon e Amani Spachinski de Oliveira, Edição do professor Assabido Rhoden, Revisão de Amani Spachinski de Oliveira e Assabido Rhoden e Impressão feita pela Gráfica Ivaí, a Revista da Academia Mourãoense de Filosofia era uma das aspirações de seus membros e sua viabilização só foi possível graças aos esforços dos membros já citados e da generosa contribuição de algumas empresas de Campo Mourão, a saber: Rede MacFarma, Auto Peças Cometa, Campo Lustres, Tonello Business Hotel, Cartório Acir e SENAC. Os interessados em adquirír o primeiro número da revista podem fazê-lo com o professor Assabido Rhoden. A próxima reunião da Academia está agendada para o dia 26 de Março, as 15 horas, no SENAC.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Introdução sobre o Conhecimento

Prof. Paulo Eugênio Cardoso
INTRODUÇAO
Aristóteles, dizia que "o homem tem naturalmente o desejo de conhecer”.
O homem este ser incrível, inquieto e muitas vezes contraditório, é aquele que antes mesmo de nascer vai começar o processo para conhecimento. Ao longo da vida,cercado de dúvidas, continua o seu processo para conhecer.Mas o que conhecimento? Será possível conhecer algo de fato? Como ter certeza do que se sabe? Não se pode estar sonhando, tomando por real aquilo que pode ser imaginário como pensaram ou pensam alguns estudiosos deste assunto? Será que todas as pessoas aprendem da forma igual?Será que só a ciência pode oferecer conhecimento verdadeiro? A intenção deste artigo como veremos neste texto é trazer uma reflexão sobre este tema tão importante para todas as pessoas.

1. MAS O QUE É CONHECIMENTO ?
Segundo (CYRINO & PENHA, 1992, p.13)"conhecer é elaborar um modelo de realidade" e "projetar ordem onde havia caos".
Para ARANHA e MARTINS, 2005, p.98)” É o ato, o processo pelo qual o sujeito se coloca no mundo e, como ele estabelece uma ligação”
É ainda:“A relação que se estabelece entre sujeito que conhece ou que se deseja conhecer e o objeto a ser conhecido ou que se dá a conhecer”.
No entanto, para se compreender melhor este tema, é preciso fazer um retorno à Grécia Antiga onde havia uma intensa relação dos gregos com o conhecimento, levando assim ao desenvolvimento de diversos termos,através dos quais eles podiam refletir e discriminar sobre esta temática.Veja então alguns vocábulos gregos que são freqüentemente traduzidos como “conhecimento”.
O primeiro termo é [] “Gnosis”. É o grau mais alto de Conhecimento.É o conhecimento das causas primeiras,do princípio do Cosmos.Para os Gregos, Gnosis representava um conhecimento profundo e superior do mundo e do homem.Para Platão, esse era o conhecimento da essência do Universo, seu Princípio e seu Fim. Sua busca era para ele o sentido da vida humana.Esta é a razão pela qual diversos movimentos filosófico-religiosos de cunho esotérico são chamados de Gnósticos,na medida em que pregam a salvação pelo conhecimento do Divino,reservado apenas aos iniciados.
O segundo termo, [“Techne”, com significado similar. Então qual a diferença? Techne refere-se ao que normalmente se chamamos de Técnica, ou talvez mesmo Tecnologia.É o saber do artesão, “saber fazer”,”conhecimento prático”.
O terceiro termo é [ἐπιστήμη] “episteme”, ciência,conhecimento; λόγος logos, discurso. Episteme diz respeito ao saber superior, mas aplicado.Está relacionado ao que chamamos de Ciência,o conhecimento científico,indo além da Techne por ser um conhecimento que inclui leis e causas.O artesão sabe fazer algo,mas não sabe os porquês por trás do que faz.
A epistemologia estuda a origem, a estrutura, os métodos e a validade do conhecimento (daí também se designar por Filosofia do conhecimento). Ela se relaciona ainda com a metafísica,a lógica e o empirismo,uma vez que avalia a consistência lógica da teoria e sua coesão do fato, sendo assim a principal dentre as vertentes da filosofia (é considerada a "corregedoria" da ciência).
Pode-se dizer que a epistemologia se origina em Platão. Ele opõe a crença ou opinião ("doxa", em grego) ao conhecimento. A ciência é baseada na opinião e a crença é um determinado ponto de vista subjetivo.
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1 Bacharel em Teologia ,Escritor,Psicopedagogo,Prof. de Metodologia da Pesquisa Científica, Filosofia, Sociologia e Artes,acadêmico de pedagogia; membro (AME)da associação Mourãoense de Escritores de CM; membro da academia Mourãoense de Filosofia de CM.


A teoria de Platão abrange o conhecimento teórico,o saber que. Tal tipo de conhecimento é o conjunto de todas aquelas informações que descrevem e explicam o mundo natural e social que rodeia os indivíduos.

2. OS DIVERSOS TIPOS DE CONHECIMENTO E SABERES
2.1. O conhecimento mítico. Trata-se de uma modalidade de conhecimento baseado na intuição e que deriva do entendimento de que existem modelos naturais e sobrenaturais dos quais brota o sentido de tudo o que existe.É um tipo de conhecimento que ajuda o ser humano a "explicar" o mundo por meio de representações que não são logicamente raciocinadas,nem resultantes de experimentações científicas.
Segundo CYRINO & PENHA, 1992, p.14.”O conhecimento mítico é expresso por meio de linguagem simbólica e imaginária "(Assim,ainda que o conhecimento mítico crie representações para atribuir um sentido às coisas,ele ainda se baseia na crença de que seres fantásticos e suas histórias sobrenaturais é que são os responsáveis pela razão de ser do existente.
2.2.O saber da vida(Senso Comum): Esse tipo de saber baseia-se na vivência espontânea da vida e começa a ser construído tão logo o homem seja lançado no mundo. Ele vive esse processo até o dia de sua morte. Por isso,tudo o que diz respeito à condução da vida na terra pode se tornar objeto a ser "explorado" e representado nesse nível de conhecimento da realidade.
As características desse tipo de saber compreendem a não-sistematicidade, razão pela qual ele não é produzido com base em procedimentos metodológicos, feitos para conduzir a relação sujeito-objeto. O que resulta dessa relação com o mundo é um saber que muitos chamam saber empírico, vulgar ou, ainda, senso comum.
2.3 O conhecimento filosófico: É racional. Baseia-se na especulação em torno do real, tendo como objeto a busca da verdade. Por isso, diz-se que é uma atitude. Ele é sistemático, mas não experimental. Vai à raiz das coisas e é produzido segundo o rigor lógico que a razão exige de um conhecimento que se quer buscando a verdade do existente.
Nessa busca, o conhecimento filosófico busca os "porquês" de tudo o que existe. É ativo, pois coloca o humano em busca de respostas para as inúmeras perguntas que ele próprio pode formular. Exemplos: Quem é o homem? De onde ele veio? Para onde ele vai? Qual é o valor da vida humana? O que é o tempo? O que é o sentido da vida?
2.4. Conhecimento teológico: Se o saber da vida se baseia na experiência de vida e é espontâneo, e se o conhecimento mítico fundamenta-se na crença em seres fantásticos e é elaborado fora da lógica racional, o saber teológico fundamenta-se na fé. É dedutivo por partir de uma realidade universal para representar e atribuir sentido a realidades particulares.
Desse modo, o conhecimento teológico parte da compreensão e da aceitação da existência de um Deus ou de deuses, os quais constituem a razão de ser de todas as coisas. Esses seres "revelam-se" aos humanos. Dão ao homem e à mulher as suas verdades, as quais se caracterizam por serem indiscutíveis e inquestionáveis. Se assim são, a razão não precisa compreender esses dogmas, mas aceitá-los. É esse processo que o conhecimento teológico investiga e tenta explicar
2.5 Conhecimento científico: Semelhantemente ao conhecimento filosófico, o saber científico também é racional e é produzido mediante a investigação da realidade, seja por meio de experimentos seja por meio da busca do entendimento lógico de fatos, fenômenos, relações, coisas, seres e acontecimentos que ocorrem na realidade cósmica, humana e natural.
Trata-se de um conhecimento que é sistemático, metódico e que não é realizado de maneira espontânea, intuitiva, baseada na fé ou simplesmente na lógica racional. Ele prevê, ainda, experimentação,validação e comprovação daquilo a que chega a título de representação do real.Mediante as leis a que chega,o conhecimento científico possibilita ao ser humano elaborar instrumentos os quais são utilizados para intervir na realidade e transformá-la para melhor ou para pior.

2.6. Conhecimento técnico. O fundamento básico desse tipo de conhecimento é o saber fazer, a operacionalização. Tem como objeto o domínio do mundo e da natureza. É especializado e específico e se esmera na aplicação de todos os outros saberes que lhe podem ser úteis. Trata-se de um tipo de saber que auxilia o indivíduo a agir no mundo, levando-o às mais diversas atividades visando à produção técnica da vida. A supervalorização da técnica pode levar a um ativismo que coloque em segundo plano as atividades de pensar e de compreender os "porquês" das coisas, razão pela qual o emprego da tecnologia requer prudência e bom senso.
2.7. O saber das artes
As artes e os saberes que elas possibilitam valorizam os sentimentos, a emoção e a intuição racio-sentimental humana. Se o saber da vida busca ordem para preencher o vazio de sentido do caos; se o conhecimento mítico busca na crença a razão de ser de todas as coisas; se a teologia fundamenta-se na idéia de deuses para buscar as verdades acabadas a serem observadas pelo ser humano; se a filosofia busca as representações racionais da realidade; se a ciência busca conhecer de maneira comprovada e segura; se a técnica busca aplicar conhecimentos... o saber das artes busca o belo.
Nesse sentido, o saber das artes valoriza as experiências estéticas do humano, proporcionando-lhe o refinamento do espírito ao oferecer-lhe a relação com senso do gosto, do belo e do grotesco.
Experimentar o belo e extrair dele a matéria fundamenta para o refinamento de si mesmo é a finalidade maior de tudo aquilo que se produz em termos de artes e sem as quais o ser humano se vê empobrecido e “pequenificado.

3. OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA TEORIA DO CONHECIMENTO
Não basta apenas desejar conhecer, é preciso saber como se conhece, por isso, vários pensadores se debruçaram sobre esta temática fazendo assim várias escolas.
As possibilidades do conhecimento: O ceticismo prega a impossibilidade da verdade a ser conhecida.
Ceticismo absoluto: Tudo é ilusório e passageiro. Consiste em negar de forma total a possibilidade de conhecer a verdade. Assim, o homem nada pode afirmar, pois nada pode conhecer. Ao dizer que nada é verdadeiro, o ceticismo absoluto anula a si próprio, pois diz que nada é verdadeiro, mas acaba afirmando que pelo menos existe algo de verdadeiro.
O ceticismo relativo: Nega apenas parcialmente a capacidade de conhecer a verdade.
Dogmatismo: É uma doutrina que defende a possibilidade de se conhecer a verdade. Dogmatismo ingênuo: Consiste em acreditar plenamente nas possibilidades do conhecimento. Dogmatismo crítico: Acredita na capacidade de conhecer a verdade mediante um esforço conjugado de sentidos e inteligência pessoal.
Empirismo: Defende que todas as idéias são provenientes de percepções sensoriais (visão, audição, tato, olfato e paladar).
Racionalismo crítico e materialismo dialético: A experiência e o trabalho da razão depositam total e exclusiva confiança na razão humana como instrumento capaz de conhecer a verdade.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
Ao concluirmos esta introdução sobre o estudo do conhecimento, verifica-se que na busca de conhecer o que significa “conhecimento”, o homem percebeu ao mesmo tempo que este pode ser simples e simultaneamente complexo,mas ele não se deixou dominar e continua processo de conhecimento.

REFERÊNCIAS:

BUNGE, Mario. Epistemologia: curso de atualização. São Paulo: T. A. Queiroz/EDUSP, 1980, capítulo 2.
CERVO, Amado L.; BERVIAN, Pedro A. Metodologia Científica. 5. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2004.
CHARLOT, B. Da relação com o saber: elementos para uma teoria. Trad. B. Magne. Porto Alegre: Artmed, 2000.
CHAUÍ, M. Primeira filosofia: aspectos da história da filosofia. São Paulo: Brasiliense, 1987.
CYRINO, H. & PENHA, C. Filosofia hoje. 2. ed. Campinas: Papirus, 1992.
HEGENBERG, Leônidas. Explicações científicas: introdução à filosofia da ciência. São Paulo: E.P.U. EDUSP, 1973, segunda parte, capítulo 5.
LAKATOS, Eva M.; MARCONI, Marina A... Metodologia Científica. 6. ed. - 4. Reimpr. São Paulo: Atlas, 2007.
Disponível em: acessado em 21.10.08.
SOARES, José Joaquim. Disponível em . acesso em 28 .05.07
Disponível em: http://www.gnosisbr.com.br/blog/site/?page_id=11> acessado em 16.06.08
Disponível em: http://www.jornallivre.com.br/5422/artigos-epistemologia-ou-teoria-do-conhecimento.htm.>acessado em 16.06.08.